Dermatologista: vale a pena investir em HIFU para rejuvenescimento?

O mercado de estética tem vivenciado uma verdadeira revolução nos últimos anos, com o crescimento exponencial de procedimentos não invasivos que prometem resultados significativos sem a necessidade de cirurgia. Entre as tecnologias que mais ganham destaque está o HIFU para rejuvenescimento, um tratamento que tem conquistado dermatologistas e pacientes em todo o mundo. Mas será que realmente vale a pena investir nessa tecnologia?

Se você está considerando investir em um procedimento de rejuvenescimento facial e se deparou com o HIFU, provavelmente tem muitas dúvidas. Afinal, trata-se de um investimento considerável e você precisa ter certeza de que os resultados justificam o custo. A boa notícia é que existem dados científicos robustos sobre essa tecnologia que podem ajudá-lo a tomar uma decisão informada.

Neste artigo, vamos explorar em profundidade o que é o HIFU, como funciona, seus benefícios comprovados, limitações reais e, principalmente, fazer uma análise honesta sobre quando vale a pena investir nesse procedimento. Prepare-se para uma análise técnica, baseada em evidências e completamente transparente sobre essa tecnologia de rejuvenescimento.

O que é HIFU e como essa tecnologia revolucionou o rejuvenescimento facial

HIFU é a sigla para High Intensity Focused Ultrasound, que em português significa Ultrassom Microfocado de Alta Intensidade. Trata-se de uma tecnologia que utiliza ondas de ultrassom focalizadas para promover o rejuvenescimento da pele de forma não invasiva, sem cortes, agulhas ou necessidade de tempo de recuperação prolongado.

O grande diferencial do HIFU em relação a outros tratamentos estéticos está na sua capacidade de atingir camadas profundas da pele, especialmente o SMAS (sistema músculo-aponeurótico superficial). Essa é a mesma camada que os cirurgiões plásticos manipulam durante um lifting facial cirúrgico, o que explica por que o HIFU é frequentemente chamado de “lifting sem cirurgia”.

Ao contrário de tecnologias como laser ou luz intensa pulsada, que atuam principalmente nas camadas superficiais da pele, o ultrassom microfocado consegue penetrar em diferentes profundidades de forma controlada e precisa. Isso permite tratar desde a derme até as camadas mais profundas, promovendo efeitos de firmeza e sustentação que vão muito além do que outros tratamentos não invasivos conseguem alcançar.

A tecnologia foi aprovada pelo FDA (Food and Drug Administration) nos Estados Unidos e pela ANVISA no Brasil, o que atesta sua segurança quando realizada por profissionais qualificados. Segundo estudos publicados na Revista FT, o HIFU demonstra resultados consistentes e mensuráveis no rejuvenescimento facial.

Como funciona o tratamento com HIFU na prática

Para entender se vale a pena investir em HIFU, é fundamental compreender exatamente como esse tratamento funciona. O mecanismo de ação do ultrassom microfocado baseia-se no aquecimento controlado de pontos específicos da pele, criando zonas de coagulação térmica que desencadeiam uma resposta natural de reparação do organismo.

Durante o procedimento, o aparelho de HIFU emite ondas de ultrassom que atravessam a superfície da pele sem danificá-la e convergem em pontos focais específicos nas camadas mais profundas. Nesses pontos, a temperatura alcança entre 65 e 70 graus Celsius, suficiente para criar uma lesão térmica controlada que estimula a produção de novo colágeno.

Esse processo, chamado de neocolagênese, é a chave para os resultados do HIFU. O organismo interpreta essas microlesões como um sinal para iniciar um processo de reparação, produzindo fibras de colágeno novas e mais organizadas. É justamente essa produção de colágeno que promove o efeito tensor e de rejuvenescimento progressivo.

Uma sessão de HIFU facial normalmente dura entre 60 e 90 minutos, dependendo da extensão da área tratada. Durante o procedimento, o profissional aplica o transdutor do aparelho sobre a pele, realizando disparos sequenciais que cobrem toda a região a ser tratada. Alguns equipamentos mais modernos possuem sistemas de visualização que permitem ao médico ver as camadas da pele em tempo real, garantindo maior precisão na aplicação.

As áreas que podem ser tratadas com HIFU incluem rosto completo, pescoço, colo e até mesmo algumas regiões do corpo onde há flacidez. No rosto, as regiões mais comumente tratadas são:

  • Terço superior: sobrancelhas caídas e região frontal
  • Terço médio: maçãs do rosto e sulcos nasolabiais
  • Terço inferior: linha da mandíbula e papada
  • Pescoço: bandas platismais e flacidez cervical

Quanto ao número de sessões, a maioria dos protocolos recomenda uma única sessão inicial, com manutenção anual ou a cada 18 meses. Diferentemente de tratamentos que exigem múltiplas aplicações para gerar resultados, o HIFU costuma mostrar eficácia já com uma única sessão, embora os resultados sejam progressivos e alcancem seu pico entre 2 e 3 meses após o procedimento.

Benefícios comprovados do HIFU para rejuvenescimento

Quando falamos em investir em um procedimento estético, é essencial conhecer os benefícios reais e comprovados cientificamente. No caso do HIFU, diversos estudos demonstram resultados consistentes que justificam seu crescente uso na dermatologia estética.

Efeito lifting sem cirurgia

O principal benefício do HIFU é sua capacidade de promover um efeito tensor significativo sem a necessidade de cirurgia. Uma metanálise publicada demonstrou melhora média de 3,2 pontos no índice de sustentação facial em pacientes tratados com ultrassom microfocado. Além disso, pesquisas mostram que 78% dos pacientes apresentaram melhorias na flacidez facial, conforme dados da Biblioteca Virtual em Saúde.

Estímulo natural e progressivo de colágeno

Diferentemente de procedimentos que oferecem resultados imediatos mas temporários, o HIFU trabalha estimulando o próprio organismo a produzir colágeno. Estudos comprovam um aumento de até 30% na densidade de fibras colágenas dérmicas após o tratamento. Esse estímulo biológico natural resulta em uma melhora progressiva e de aparência mais natural ao longo de 2 a 3 meses.

Precisão e personalização do tratamento

A tecnologia HIFU permite que o dermatologista trabalhe em diferentes profundidades de forma extremamente precisa. Os transdutores modernos oferecem opções de 1,5mm, 3,0mm e 4,5mm de profundidade, permitindo tratar desde a derme superficial até o SMAS. Essa versatilidade possibilita personalizar o tratamento de acordo com as necessidades específicas de cada paciente.

Procedimento não invasivo com mínimo downtime

Uma das grandes vantagens do HIFU é que não há cortes, agulhas ou qualquer tipo de invasão da pele. O procedimento é realizado de forma totalmente externa, o que elimina os riscos associados a procedimentos cirúrgicos. Além disso, o tempo de recuperação é mínimo ou inexistente. A maioria dos pacientes retorna às suas atividades normais imediatamente após a sessão.

Resultados duradouros e mensuráveis

Os resultados do HIFU têm durabilidade comprovada de 12 a 18 meses, com estudos mostrando que 67% dos pacientes mantêm melhorias visíveis mesmo 180 dias após o tratamento. Isso representa uma excelente relação custo-benefício quando comparado a tratamentos que exigem manutenção mensal ou bimestral.

Segurança comprovada cientificamente

Estudos extensos, como o publicado pelo Instituto Velasco, que analisou 477 pacientes, demonstram que o HIFU é um procedimento seguro, com 83% dos pacientes relatando melhora significativa e efeitos adversos mínimos e transitórios.

Versatilidade de aplicações

Além do rejuvenescimento facial, o HIFU pode ser utilizado para diversas indicações, incluindo redução de gordura localizada, tratamento de papada, melhora do contorno corporal e até mesmo redução da sudorese axilar. Essa versatilidade aumenta o valor do investimento na tecnologia.

Para quem o HIFU é realmente indicado

Compreender o perfil ideal para o tratamento com HIFU é fundamental para garantir expectativas realistas e resultados satisfatórios. Nem todos os pacientes são candidatos ideais para esse procedimento, e entender isso é parte importante da decisão de investir ou não nessa tecnologia.

O perfil de paciente que mais se beneficia do HIFU geralmente está na faixa etária entre 30 e 60 anos, apresentando sinais de envelhecimento leve a moderado. São pessoas que começam a notar perda de firmeza, pequenas quedas no contorno facial, linhas de expressão mais marcadas e início de flacidez, mas ainda não apresentam excesso de pele significativo ou ptose facial severa.

O HIFU é particularmente indicado para pacientes que apresentam:

  • Flacidez inicial na região mandibular e formação incipiente de jowls (bochechas caídas)
  • Perda de definição no contorno facial
  • Início de queda das sobrancelhas
  • Linhas de marionete e sulcos nasolabiais que começam a se acentuar
  • Papada leve a moderada
  • Pele do pescoço começando a apresentar sinais de envelhecimento
  • Desejo de prevenção do envelhecimento facial em pacientes mais jovens

Além das indicações estéticas, é importante considerar o perfil psicológico do paciente. O HIFU funciona melhor para pessoas que têm expectativas realistas, entendem que os resultados são progressivos e não esperam mudanças tão dramáticas quanto as obtidas com cirurgia plástica.

Por outro lado, existem contraindicações importantes que precisam ser consideradas. O tratamento não é recomendado para gestantes e lactantes, pacientes com infecções ativas na pele da região a ser tratada, ou pessoas com doenças autoimunes não controladas. Pacientes com preenchimentos recentes na área devem aguardar um período adequado antes de realizar o HIFU, e aqueles com implantes metálicos na região facial precisam de avaliação criteriosa.

Condições como acne ativa severa, herpes em fase ativa, queloides ou distúrbios de cicatrização também podem contraindicar o procedimento. Por isso, a consulta prévia com um dermatologista experiente é absolutamente essencial para avaliar se você é um bom candidato ao tratamento.

Limitações reais do HIFU: o que você precisa saber antes de investir

Para decidir se vale a pena investir em HIFU, é tão importante conhecer suas limitações quanto seus benefícios. A honestidade sobre o que o procedimento não pode fazer é fundamental para evitar frustrações e garantir satisfação com os resultados.

Primeiramente, é crucial entender que o HIFU não substitui uma cirurgia plástica em casos de envelhecimento severo. Pacientes com excesso de pele significativo, ptose facial acentuada ou flacidez muito pronunciada provavelmente não alcançarão os resultados desejados apenas com ultrassom microfocado. Nesses casos, procedimentos cirúrgicos como ritidoplastia (lifting facial) continuam sendo a opção mais indicada.

Os resultados do HIFU variam consideravelmente de pessoa para pessoa, dependendo de fatores como idade, qualidade da pele, espessura do tecido subcutâneo, histórico de exposição solar e hábitos de vida. Pacientes mais jovens, com pele de melhor qualidade e sinais iniciais de envelhecimento, tendem a responder melhor ao tratamento do que aqueles com pele mais envelhecida e fotodanificada.

Quanto ao desconforto durante o procedimento, é importante ser realista: o HIFU não é indolor. A maioria dos pacientes relata sensação de calor, formigamento e desconforto durante a aplicação, especialmente em áreas com menos tecido adiposo, como sobre os ossos da mandíbula e região zigomática. Embora tolerável para a maioria, algumas pessoas podem necessitar de anestesia tópica ou até sedação leve, dependendo da sensibilidade individual.

Os efeitos colaterais temporários são comuns e incluem vermelhidão, inchaço leve, sensação de formigamento ou dormência transitória e, ocasionalmente, pequenos hematomas. Esses efeitos geralmente desaparecem em poucos dias, mas precisam ser considerados no planejamento do procedimento.

Outro ponto crucial é que os resultados não são imediatos. Diferentemente de preenchimentos ou toxina botulínica, que mostram efeitos visíveis em dias, o HIFU requer paciência. O pico dos resultados ocorre entre 2 e 3 meses após o procedimento, à medida que o novo colágeno vai sendo produzido e remodelado. Pacientes ansiosos por resultados imediatos podem se frustrar com esse aspecto.

O HIFU também não trata todos os sinais de envelhecimento. Ele é excelente para flacidez e perda de firmeza, mas não melhora significativamente manchas, textura irregular da pele, poros dilatados ou rugas muito finas. Para resultados completos de rejuvenescimento, muitas vezes é necessário combinar o HIFU com outros tratamentos.

Por fim, é importante mencionar que o procedimento requer manutenção. Embora os resultados durem de 12 a 18 meses, não são permanentes. Para manter os benefícios, são necessárias sessões de manutenção periódicas, o que deve ser considerado no planejamento financeiro do tratamento.

HIFU versus outros tratamentos de rejuvenescimento

Para avaliar se vale a pena investir em HIFU, é essencial compará-lo com outras opções disponíveis no mercado. Cada tecnologia tem suas indicações específicas, vantagens e limitações.

HIFU versus Radiofrequência

A radiofrequência é outro tratamento não invasivo muito popular para flacidez. Enquanto o HIFU trabalha com ondas de ultrassom que penetram profundamente até o SMAS, a radiofrequência utiliza energia eletromagnética que aquece principalmente a derme. A radiofrequência geralmente requer múltiplas sessões (4 a 8) para resultados satisfatórios, enquanto o HIFU costuma necessitar apenas uma sessão inicial. Por outro lado, a radiofrequência tende a ser menos desconfortável durante a aplicação e tem custo por sessão mais acessível, embora o custo total do tratamento completo possa ser similar.

HIFU versus Lasers de Rejuvenescimento

Lasers ablativos e não ablativos são excelentes para textura da pele, manchas e rugas finas, mas não atingem a mesma profundidade do HIFU. Enquanto o ultrassom microfocado promove lifting em camadas profundas, os lasers trabalham principalmente na superfície e derme. Muitos dermatologistas recomendam a combinação de ambos para resultados mais completos: HIFU para firmeza e sustentação, e laser para qualidade superficial da pele.

HIFU versus Fios de Sustentação

Os fios de sustentação (PDO, PLLA ou PCL) são procedimentos minimamente invasivos que oferecem efeito de tração mecânica imediata, além de estímulo de colágeno ao longo do tempo. Enquanto os fios proporcionam resultado mais imediato, o HIFU é completamente não invasivo. A durabilidade é similar (12 a 18 meses), mas os fios apresentam maior risco de complicações como assimetrias, palpabilidade ou extrusão. Muitos profissionais utilizam HIFU e fios de forma combinada ou sequencial para potencializar resultados.

HIFU versus Cirurgia Plástica

A cirurgia plástica continua sendo o padrão-ouro para casos de envelhecimento avançado. Um lifting facial cirúrgico oferece resultados mais dramáticos e duradouros (5 a 10 anos) do que o HIFU. No entanto, envolve riscos cirúrgicos, anestesia geral, tempo de recuperação significativo (semanas) e custo substancialmente maior. O HIFU é uma excelente opção para quem não está pronto para cirurgia, busca prevenção ou deseja manter resultados cirúrgicos anteriores.

HIFU versus Microagulhamento com Radiofrequência

O microagulhamento com radiofrequência (microagulhamento fracionado por radiofrequência) combina microlesões mecânicas com aquecimento por radiofrequência. Atua principalmente na derme, sendo excelente para textura, poros e cicatrizes, mas não alcança a profundidade do SMAS como o HIFU. Para flacidez significativa e efeito lifting, o HIFU tende a ser superior, enquanto o microagulhamento com RF é melhor para qualidade geral da pele.

Análise de custo-benefício: quando o HIFU realmente vale a pena

Chegamos à pergunta central deste artigo: afinal, vale a pena investir em HIFU para rejuvenescimento? A resposta é: depende. Vamos analisar os diferentes aspectos que influenciam essa decisão.

Argumentos favoráveis ao investimento em HIFU

Do ponto de vista financeiro, embora o HIFU tenha um custo inicial considerável (geralmente entre R$ 3.000 e R$ 8.000, dependendo da região e extensão do tratamento), ele é significativamente mais acessível que uma cirurgia plástica, que pode custar de R$ 15.000 a R$ 40.000 ou mais. Além disso, elimina custos associados a procedimentos cirúrgicos, como anestesista, centro cirúrgico e possíveis complicações.

Os dados científicos sustentam o investimento. Conforme demonstrado em estudos publicados na Revista de Ciências Estéticas e Cosmetológicas, o HIFU promove efeito lifting não cirúrgico eficaz e bem tolerado, com efeitos colaterais desprezíveis comparados a outras técnicas. A taxa de satisfação é alta, com 83% dos pacientes relatando melhora significativa.

O fato de não exigir afastamento das atividades profissionais e sociais representa economia indireta significativa. Você pode realizar o procedimento e retornar ao trabalho no mesmo dia, sem perda de produtividade ou renda.

Para quem busca prevenção, o HIFU oferece excelente custo-benefício. Iniciar tratamentos de estímulo de colágeno aos 30-40 anos pode retardar significativamente o envelhecimento, potencialmente adiando ou até evitando a necessidade de procedimentos mais invasivos no futuro.

A naturalidade dos resultados também agrega valor. Por trabalhar estimulando processos biológicos naturais, o HIFU promove melhora progressiva sem aparência artificial ou exagerada, mantendo a expressividade facial.

Situações em que o HIFU pode não valer a pena

Por outro lado, existem cenários em que o investimento pode não ser a melhor escolha. Em casos de flacidez severa, com excesso de pele significativo, o HIFU provavelmente não entregará os resultados desejados, sendo o investimento em cirurgia mais adequado e com melhor relação custo-benefício a longo prazo.

Se suas expectativas são de resultados equivalentes a uma cirurgia plástica, você ficará decepcionado. É essencial ter expectativas realistas: o HIFU promove melhora sutil a moderada, não transformação dramática.

Para orçamentos muito limitados, é importante considerar que o HIFU requer manutenção anual ou bianual. Se você consegue fazer o investimento inicial mas não terá recursos para manutenções futuras, pode ser melhor considerar outras opções ou aguardar um momento financeiro mais adequado.

Pacientes com sensibilidade dolorosa muito baixa podem achar o procedimento desconfortável demais, mesmo com anestesia tópica. Nesses casos, opções como radiofrequência (menos desconfortável) ou procedimentos sob sedação podem ser mais apropriadas.

Quando o investimento em HIFU faz mais sentido

O HIFU tende a valer mais a pena nas seguintes situações:

  • Sinais iniciais a moderados de envelhecimento facial, especialmente perda de firmeza e definição do contorno
  • Prevenção do envelhecimento em pacientes entre 30 e 45 anos com pele de boa qualidade
  • Impossibilidade ou receio de realizar cirurgia plástica por questões médicas ou pessoais
  • Manutenção de resultados de cirurgias plásticas anteriores (muitos cirurgiões recomendam HIFU para prolongar os resultados de um lifting)
  • Como parte de um protocolo combinado com outros tratamentos para resultados mais abrangentes
  • Para pacientes que valorizam naturalidade e estão dispostos a esperar por resultados progressivos

Dados da Revista Científica IPEDSS confirmam a eficácia e segurança do procedimento, com resultados mantendo-se estáveis ao longo do tempo, o que justifica o investimento para perfis adequados.

Como escolher o profissional e a clínica para realizar HIFU

Decidir investir em HIFU é apenas o primeiro passo. A escolha do profissional e da clínica é tão importante quanto a decisão pelo procedimento em si, pois influencia diretamente os resultados e a segurança do tratamento.

O HIFU deve ser realizado exclusivamente por médicos dermatologistas ou cirurgiões plásticos com treinamento específico na tecnologia. Embora o procedimento seja não invasivo, exige conhecimento profundo de anatomia facial, camadas da pele e possíveis complicações. Profissionais não médicos não possuem a formação necessária para lidar com eventuais intercorrências.

Ao escolher um profissional, verifique sua certificação e experiência específica com HIFU. Pergunte há quanto tempo realiza o procedimento, quantos casos já tratou e peça para ver resultados anteriores (sempre respeitando a privacidade dos pacientes). Um portfólio de antes e depois pode dar uma boa noção do estilo de trabalho e dos resultados que você pode esperar.

A qualidade do equipamento é fundamental. Existem diversos fabricantes de aparelhos de HIFU no mercado, com diferentes níveis de tecnologia e eficácia. Equipamentos de marcas reconhecidas internacionalmente, com aprovação de órgãos reguladores como FDA e ANVISA, tendem a oferecer maior segurança e resultados mais previsíveis. Não hesite em perguntar qual marca e modelo de aparelho será utilizado.

A consulta de avaliação é um momento crucial. Um bom profissional dedicará tempo para entender suas expectativas, avaliar cuidadosamente sua pele e estrutura facial, explicar detalhadamente o procedimento, esclarecer possíveis resultados e limitações, e discutir alternativas quando apropriado. Desconfie de promessas exageradas ou profissionais que não dedicam tempo adequado à avaliação.

O ambiente clínico também importa. A clínica deve seguir todas as normas sanitárias, manter equipamentos bem conservados e esterilizados, e contar com estrutura para lidar com eventuais emergências, embora sejam raras com HIFU.

Considere também o relacionamento e a comunicação com o profissional. Você precisa se sentir confortável para fazer perguntas, expressar dúvidas e discutir abertamente suas expectativas. Um dermatologista que escuta, explica com clareza e demonstra genuíno interesse em entender suas necessidades tende a entregar resultados mais satisfatórios.

Por fim, avalie o custo dentro do contexto da qualidade. O HIFU mais barato não é necessariamente o melhor negócio se for realizado com equipamento inferior ou por profissional menos experiente. Investir um pouco mais em qualidade e segurança geralmente compensa em termos de resultados e ausência de complicações.

Cuidados essenciais após o tratamento com HIFU

Maximizar os resultados do seu investimento em HIFU também depende dos cuidados pós-procedimento. Embora o ultrassom microfocado tenha tempo de recuperação mínimo, algumas precauções são importantes para otimizar os resultados e minimizar possíveis efeitos adversos.

A proteção solar rigorosa é absolutamente fundamental. Use protetor solar com FPS 50 ou superior diariamente, reaplicando a cada 2-3 horas se houver exposição solar. A pele estará em processo de reparação e renovação nas semanas seguintes ao tratamento, sendo mais suscetível a danos solares que podem comprometer os resultados.

Mantenha a pele bem hidratada, tanto com hidratantes tópicos quanto com ingestão adequada de água. A hidratação facilita os processos de reparação tecidual e produção de colágeno. Seu dermatologista pode recomendar produtos específicos que potencializam os resultados do HIFU.

Evite exposição a calor excessivo nas primeiras duas semanas. Isso inclui saunas, banhos muito quentes, exercícios físicos de alta intensidade que gerem muito calor facial, e até mesmo secadores de cabelo em temperatura muito alta próximos ao rosto. O calor adicional pode intensificar o inchaço e desconforto.

Não manipule excessivamente a área tratada. Evite massagens faciais vigorosas, esfoliações ou outros procedimentos faciais nas primeiras semanas sem autorização do seu médico. Deixe a pele se recuperar naturalmente.

Siga rigorosamente as orientações médicas específicas para seu caso. Alguns pacientes podem precisar de medicações para controlar inchaço ou desconforto, enquanto outros não necessitarão de nenhum cuidado especial além dos básicos.

Agende e compareça ao retorno de avaliação. O acompanhamento profissional permite identificar precocemente qualquer intercorrência e avaliar a evolução dos resultados, ajustando o plano de tratamento se necessário.

Conclusão: HIFU vale a pena para você?

Após analisarmos detalhadamente a tecnologia HIFU, seus benefícios, limitações, custos e indicações, podemos concluir que se trata de uma opção extremamente válida de rejuvenescimento não invasivo para o perfil adequado de pacientes.

Os dados científicos são sólidos: estudos demonstram melhora mensurável na firmeza e elasticidade da pele, aumento significativo na produção de colágeno, alta taxa de satisfação dos pacientes e segurança comprovada. Para pessoas com sinais iniciais a moderados de envelhecimento, que buscam resultados naturais e progressivos sem os riscos e o tempo de recuperação de uma cirurgia, o HIFU representa uma excelente escolha.

No entanto, é fundamental ter expectativas realistas. O HIFU não é milagroso e não substitui cirurgia em casos severos. É uma ferramenta poderosa de prevenção e tratamento de flacidez leve a moderada, que entrega resultados sutis a moderados, naturais e duradouros quando realizado por profissionais qualificados.

O investimento vale a pena quando você se enquadra no perfil ideal, tem objetivos alinhados com o que o procedimento pode oferecer, escolhe um profissional experiente com equipamento de qualidade, e está preparado para manter os resultados com sessões periódicas de manutenção.

A decisão deve ser sempre individualizada, baseada em avaliação médica criteriosa que considere suas características faciais, qualidade da pele, expectativas e possibilidades. O que funciona maravilhosamente para um paciente pode não ser a melhor opção para outro.

Se você identificou que o HIFU pode ser uma boa opção para suas necessidades de rejuvenescimento facial, o próximo passo é buscar uma consulta com um dermatologista especializado que possa avaliar detalhadamente seu caso e orientá-lo sobre a melhor abordagem terapêutica.

Entre em contato com um dermatologista especializado em procedimentos estéticos e agende uma avaliação personalizada. Somente uma análise profissional pode determinar se o HIFU é realmente a melhor opção para você, garantindo que seu investimento se traduza em resultados satisfatórios, seguros e alinhados com suas expectativas. Não tome decisões baseadas apenas em informações gerais – cada rosto é único e merece um plano de tratamento individualizado.

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